Thứ Sáu, 4 tháng 3, 2011

POLVILHEM A ESCOLA DE MEL E TERÃO MOSCAS-O DÉFICE EDUCATIVO CRESCE PROPORCIONALMENTE À FALTA DE SENSO

A ESCOLA PARAÍSO É INVIÁVEL

POIS PRECISA DE DEUSES EDUCATIVOS INEXISTENTES

RESTA-NOS MANTER O INSUPORTÁVEL PURGATÓRIO ESCOLAR

NA ESPERANÇA QUE OS FILHOS DOS OUTROS ASCENDAM AO CÉU

OU CAIAM NO INFERNO DE EXPECTATIVAS QUE LHES CRIÁMOS

Chủ Nhật, 23 tháng 1, 2011

O SINDROME DE CAMELOT-SINDROMES POLÍTICOS

EU SOU O PURO ENTRE OS IMPUROS

EU SOU AQUELE QUE FOI UNGIDO COMO SALVADOR

E OS SALVADORES E PROFETAS

NECESSITAM DE EXTERMINAR OS IMPUROS

E ISSO É BOM

VIVA NOSSO CÉSAR QUE EXTERMINARÁ OS INFIÉIS E TRARÁ DIAS DE LEITE E MEL

Thứ Bảy, 11 tháng 9, 2010

DE SAPATOS SE GALGA UM MUNDO

Quem se sentir descalça
de um pé de sapatos...
por favor, grite: Cinderela sou
sapato semeei
e do chão fecundo de palavras
um pé de sapatos nasceu

achaste então que os sapatos
são seres mortos?
os sapatos nascem
crescem centímetro a centímetro
alargam-se nas juntas
descosem-se nos bordos
e ó despois
morrem
como tudo o que vive
. . . . . . . . . . . . . . . . .. aqueles antigos sapatos...

também têm alma

um barbudo

Thứ Hai, 6 tháng 9, 2010

PALAVRAS VIVAS DOS MORTOS

é natural que o discurso científico precise de facto de saneamento ideológico.


A metáfora nunca é inócua, nasce do impulso, consciente ou inconsciente, de moldar pelo nosso o ponto de vista dos outros.

Em resumo, mesmo nas ciências, o discurso figurado resulta da intenção de o pseudo-cientista se esquivar à verdade para manipular a sensibilidade alheia.


Que o Homo ludens é um fingidor, todos o sabemos. Mas passamos por cima da evidência de que a nocividade não é da linguagem, sim da intenção de quem a usa desta maneira e não daquela. É claro que a linguagem, em mãos pouco escrupulosas, é uma arma ofensiva, instrumento de manipulação ideológica.

O Prof. Sacarrão preocupava-se com o facto de o discuro biológico transportar conceitos da esfera zoológica para a antropológica e vice-versa. Dizer que os genes são egoístas ou altruistas, que entre os animais há luta pela sobrevivência, que só sobrevivem os mais aptos, que há estratégias adaptativas, etc., era para ele metaforizar.


Ora, se realmente também sobrevivem os menos aptos, se espécies bem adaptadas se extinguem, se os genes não têm sentimentos, se as abelhas não dispõem de aparelho conceptual que Ihes permita estudar tácticas e desenvolver estratégias, então estamos sem dúvida na presença de metáforas.


Metáforas que aliás resultam em erros científicos, com a agravante de que, em sistemas políticos não democráticos, uns homens as podem usar como legitimações biológicas para liquidarem, deportarem e dividirem em castas,outros homens.


Se o Prof. Sacarrão, que nunca demonstrou tendências pessimistas, se inquietava tanto com a dimensão perniciosa da metáfora, é porque TODO o discurso HUMANO precisa de saneamento

Thứ Sáu, 13 tháng 8, 2010

MORTOS QUE RIEM, MORTOS QUE FALAM,ESTARÂO MAIS VIVOS QUE NÓS?

SE Há MORTOS QUE RIEM,se há MORTOS QUE FALAM,ESTARÂO los muertos MAIS VIVOS QUE NÓS?

se os mortos vivem e os vivos vivendo morrem, acabam-se os filmes de zombies

Velkommen til planeten..... du er gal?

Free Dum